Archive for the ‘Artigos’ Category

11 ago
2009

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admin

Mem at work – O multiplicador de e-mail marketing

Imagine a seguinte cena: o sujeito recebe uma mala-direta pelo correio. Abre e gosta do conteúdo. E gosta tanto que faz dezenas de cópias e sai distribuindo para os amigos.

Essa cena insólita, difícil de conceber no mundo físico, acontece diariamente no mundo virtual. É o Multiplicador de E-Mail Marketing, que vou chamar de MEM. Já deixei assim mesmo, com as iniciais maiúsculas, pois, para mim, é o nome de uma nova espécie de público. E a melhor que pode existir para quem faz e-mail marketing.

Praticamente toda empresa tem uma parcela de seu público que é, ou tem potencial para ser, MEM. São verdadeiros promotores da sua empresa. Ou concorrentes. Pois, quando um indivíduo apresenta taxas de abertura do e-mail absurdamente altas em relação à média dos demais é isso o que aconteceu: ou ele é seu concorrente – e distribuiu seu e-mail para analisar sua estratégia – ou amou o que viu e encaminhou aos seus amigos. E, neste caso, a abertura de cada e-mail encaminhado é contabilizada para o Multiplicador pois, na verdade, é o e-mail dele que está sendo monitorado pelos sistemas de envio e gerenciamento de e-mail marketing.

Os Multiplicadores legítimos brotam no campo fértil de uma boa ação de e-mail marketing. Uma mensagem inteligente, uma grande sacada, um preço atraente. Enfim, algo que valha a pena ser multiplicado. Se você faz isso, então qualquer ferramenta de e-mail marketing decente permite, em uma simples olhada, identificá-los. As empresas vêm agregando inteligência aos dados obtidos das ações de e-mail marketing. Através de Data Base Marketing e Business Intelligence traçam diversos perfis, fazem diversos cruzamentos. Conseguem, com isso, fazer sua comunicação ser cada vez mais pertinente e eficaz. Porém, inteligência, sem criatividade, não faz, necessariamente, os Multiplicadores brotarem. E, quando brotam, são geralmente desprezados ou subestimados. Ficam enquadrados em perfis com os quais, de fato, têm aderência. E permanecem na mesma categoria dos demais indivíduos desses perfis.

Como mencionei anteriormente, quando uma mensagem é enviada por uma boa ferramenta de e-mail marketing, e ela é encaminhada para várias pessoas, todas as aberturas desse e-mail contam para o destinatário original. Inclusive, se a mensagem for re-encaminhada. Logo, um novo MEM pode, também, estar oculto entre as pessoas com as quais o destinatário original da sua mensagem se relaciona. Neste caso, é importante convidar quem recebeu a mensagem encaminhada a cadastrar seu endereço de e-mail no site da empresa. Creio que isso pode ser feito em um texto padrão no rodapé ou em algum outro campo da mensagem.

Ao falar sobre o MEM percebo um grande potencial de geração de resultado, mas não vejo muito respaldo na vida real. E não sei exatamente o que pode ser feito com ele. Mas sei que algo deve ser feito. Você, gestor de marketing ou comunicação, tem à sua disposição uma legião de pessoas dispostas a difundir sua mensagem por livre e espontânea vontade. O que você faz com elas? O que você faz para elas?

Essa é a resposta a ser formulada. Esse é o desafio. Mas há de se ter cuidado. O MEM é, ele mesmo, uma mídia social na Internet. E a propaganda quando flerta com redes sociais é como uma prostituta piscando para um religioso. O Marcelo Tas fez do seu twitter um veículo de propaganda para uma grande operadora de telefonia e os puristas das mídias sociais torceram o nariz. O fato é que alguns religiosos levantam o hábito não apenas para usar o vaso sanitário. E essa polêmica serviu para, habilmente, potencializar o buzz em torno do fato e, claro, deixar a marca – dele e do anunciante – ainda mais em evidência.

Fiz a pergunta e tenho uma sugestão: eu começaria reconhecendo o meu MEM. Daria a ele um status, não de multiplicador da minha marca, mas de cliente vip. Um cliente que minha empresa quer consultar antes de realizar alguma ação e/ou logo após fazê-la. Um cliente cuja opinião é mais relevante que a opinião dos outros. Um cliente a quem vou dar informações previamente, destacando-o dos demais. Esse reconhecimento e valorização podem estreitar ainda mais seu relacionamento com o Multiplicador e, assim, não apenas mantê-lo cada vez mais ativo, como perpetuar sua espécie. Há MEM.

Por Rodrigo de Almeida

01 ago
2009

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admin

E Ben Self do Obama me deu razão

Dia desses entrei numa acalorada discussão sobre internet com um dos caras que mais admiro neste mercado. E ousei mencionar que o e-mail marketing é uma das duas ferramentas contratáveis na internet que fazem o fone tocar e a caixa registradora tilintar. E que o e-mail marketing é a única promocional que faz a grana entrar em 24 hs de forma realmente violenta.

Quase fui digitalmente crucificado.

Mas eu não estava chutando. Estava citando um relatório, sobre a origem das vendas on line. Em toda a pizza do relatório, só havia as duas ferramentas, busca e e-mail marketing. E as duas, nesta ordem, eram as principais origens de venda on line. Seguidas depois de revista, TV, rádio, site e etc.

Então foi com grata surpresa que li hoje a notícia do IDG Now, “Web 2.0? Ferramenta mais importante na campanha online de Obama foi e-mail” . Nela, descobrimos que ontem em São Paulo Ben Self se confessou surpreso ao perceber, que apesar de utilizar diversas ferramentas como You Tube, Redes Sociais e etc, o e-mail marketing foi responsável por 2/3 da arrecadação on line da campanha de Barack Obama. Dois Terços galera, dois terços.

Não deveria ser surpresa. Tenho repetido Brasil afora em palestras e por escrito que a matemática é simples. Com todo mundo on line (no Brasil já somos 62 milhões) é preciso entender que o e-mail segue sendo a âncora, o gateway do internauta. Nas empresas é através do e-mail que circula todo o trabalho produtivo. Então são 8hs no mínimo com o Outlook aberto checando a caixa postal. É óbvio que uma comunicação por este meio tem pronta visualização e resposta. Se bem feita.

Relevante. Ben Self e a Blue State Digital tinham público pertinente e tinham conteúdo quente, 2 pré-requisitos para o resultado do e-mail marketing.

Mais do que isso a situação toda (o puxão de orelha que levei e minha salvação via Ben Self) ilustra o que mais tem me preocupado. A falta de atenção de empresas e agências à esta poderosa ferramenta de comunicação, que pode tanto encher a caixa registradora quanto detonar a marca. As  agências, em sua maioria, não recomendam o e-mail marketing, o fazem por demanda do cliente. E assim, não exploram todas as possibilidades de resultado do e-mail.

E as empresas, discriminam o e-mail marketing. E com isso, com freqüência, o deixam na mão de setores errados, como o comercial por exemplo. Enquanto todo o resto da comunicação está no departamento de promoção e/ou marketing.

Com este depoimento e com a iminente criação do Conselho Superior de E-mail Marketing no Brasil, e seu conselho de ética ficamos todos na expectativa. De que a cultura a respeito do e-mail marketing avance, ajudando empresas e suas marcas.

Quanto ao meu colega de mercado ? Minha admiração por ele não reduziu em nada. Eu entendo. Ele justamente comparava o e-mail marketing com N ferramentas que se aplicam hoje à presença on line de empresas. E de fato, elas são de extrema relevância. Mas não na área promocional, como é o e-mail marketing. Aí ele é IMBATÍVEL. E antes de tudo admiro meu colega pelo debate.

E tenho dito! Ou melhor, e Ben Self disse!! By Obama results…

Jonatas Abbott

01 ago
2009

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admin

O básico do e-mail Marketing

Segundo a Wikipédia “e-mail marketing é a utilização do e-mail como ferramenta de marketing direto”.

O que não é uma mentira, porém acho que resume demais a definição de ferramenta tão eficaz. E-mail marketing é integração, é comunicação raciocinada!

Basicamente, posso citar algumas funcionalidades, como: relacionamento com clientes; geração de tráfego; estímulo à compra; interatividade; mensurabilidade; baixo custo de produção e disparo; altos índices de retorno

Alguns outros fatores fazem do e-mail uma ferramenta de Marketing muito poderosa, por exemplo:

- Objetividade: Ele vai ao íntimo do seu consumidor;

- Interatividade: Permite a decisão do consumidor;

- Mensurabilidade: Podemos metrificar cada ação feita. Nada escapa dos números;

Aos que vão se aventurar, recomendo algumas dicas para a criação de um e-mail marketing politicamente correto.

(Dica 1) Tamanho e dimensão do e-mail marketing:
- HTML no máximo: 20kb (preferencialmente 10kb).
- Imagens no máximo: 45kb (preferencialmente 20kb).
- HTML + Imagens: 50kb (preferencialmente 25kb).
- Largura da peça: 450px a 550px (preferencialmente 500px).
- Deixe a altura o menor possível para evitar a rolagem.

(Dica 2) Imagens.
- Devem vir em links absolutos e estar hospedadas em um servidor.
- Usar tag ALT. Garanta para quem não visualiza imagens tenha uma idéia do que estaria ali.

(Dica 3) Links:
- Urls pequenas e intuitivas. É Melhor: www.dominio.com.br/campanha do que www.dominio.com.br/f452005/clientecorp/mpr/123
- Use o target = “_blank”.
- Uso moderado de links. Quanto menos, melhor.

(Dica 4) Tem que ter:
- Link de “caso não visualize” (Cuidado com fonte branca, pois na ausência do background, o seu texto pode dar a impressão que sumiu).
- Link de optout (possibilitar o descadastro também por reply).
- E-mail de resposta válido. Se você envia o e-mail deve possibilitar que a pessoa responda este e-mail.

(Dica 5) Não pode ter:
- Flash;
- JavaScript;
- iframe, ilayer, divs absolutas;
- Vídeo;
- Anexos.

(Dica 6) Formulários:
- Não utilize formulários em um e-mail, prefira um link para ele preencher no seu site o formulário.

(Dica 7) Conteúdo Pertinente:
- Saiba o motivo que leva o cliente a comprar seu produto;
- Fale diretamente com o cliente;
- Cumpra a promessa. Assunto (Subjetc) honesto;
- Não arrisque, o nome de uma empresa está em jogo.

Bom, não podia deixar de fora o resumo de Boas Maneiras sugerido pela ABEMD (Associação Brasileira de Marketing Direto):

1 – Ética.

2 – Opt in.

3 – Opt out.

4 – Clareza nos termo de aceite.

5 – Tamanho dos arquivos.

6 – Auto-executáveis.

7 – Relevância.

8 – Freqüência.

9 – Política de relacionamento.

Bom, cuidem do mercado, pratiquem as Boas Práticas do e-mail Marketing e ajudem a extinguir o SPAM das nossas caixas de e-mail.

Gustavo Pereira acumula uma enorme bagagem prática: desde 1997, trabalhou em alguns dos sites pioneiros do Brasil, como O Elefante, O Carteiro, Via Global e Central de Desejos. Foi Gerente de Planejamento da Homewebbing, agência especializada em Marketing Digital. Gustavo é especialista em publicidade e planejamento online, campanhas de marketing viral, métricas online, buzz marketing, além de ministrar aulas de Marketing Digital na Pós-graduação de Mídias Digitais do Instituto Infnet. Atualmente é o Gerente da Filial Rio da Dinamize, empresa especializada em softwares de comunicação.

01 ago
2009

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admin

Numerologia estratégica

“Cego em tiroteio” ou “perdido na selva”? Se você já se sentiu assim ao iniciar um planejamento de marketing online, a resposta pode estar mais perto do que você imagina.

Entender um site é mais do que investigar seus 4Ps, 4Cs ou 4Rs. É necessário entender os números por trás deste mistério. Felizmente, todo o usuário ao navegar por um site deixa um rastro de números e é aí que entramos em nossa missão de arquivologia. Porém não basta apenas colher estes números, é necessário que estes dados sejam traduzidos em um diálogo franco e esclarecedor entre você e seu site.

Quase todo o site tem um sistema próprio de análise de. Aos que não possuem, sugiro utilizar o Google Analytics. Por segurança, prefiro ter sempre o Google Analytics instalado mesmo que meu servidor ofereça um serviço de métricas. Informação e números em dobro não fazem mal a ninguém. Mas não se assustem com o volume de informações que alguns relatórios possam apresentar. Para começar um estudo aceitável, você pode acompanhar apenas 4 elementos. São eles: Impressões, Visitantes únicos, Áreas mais visitadas e Regiões de acesso.
Pronto, agora você tem uma boa massa de informações para começar sua análise. Mas deve estar se perguntando por que analisar estes números.

Abaixo vamos definir e exemplificar estes elementos para nos aproximar mais da realidade prática.

- Impressões (Impressions):
Definição: Contagem do número de páginas impressas (ou vistas). É importante não confundir com Pageviews (ou Número de Acessos) que é a quantidade de vezes que uma página é visualizada em algum navegador, incluindo a visualização de documentos e formulários.
Na prática: É com este número que o seu site ganha uma comprovação efetiva de visitação ao seu produto ou conteúdo. Com ele você pode argumentar, por exemplo, a importância de um anunciante investir em seu site.

- Visitantes únicos (Unique visitors):
Definição: Número de usuários únicos contabilizados pelo seu IP, não levando em consideração a quantidade de vezes que ele retorna a página na mesma navegação.

Na prática: É o número exato de visitantes ou possíveis consumidores que transitam pelo seu site. Este número pode ajudar a entender se o volume de mídia que você está investindo está bem aplicado ou se a campanha obteve sucesso.

- Áreas mais visitadas:
Definição: Como o próprio nome diz é o ranking das áreas mais visitadas, estabelecido pela quantidade de pageviews que cada uma alcança em determinado período de tempo.
Na prática: Talvez este seja o ponto mais importante desta análise. Aqui é onde sabemos se o seu site atende a dois fatores que julgo importante:

1) Apresentação estratégica de conteúdo / produto;

2) Ato intuitivo de consumo.

Se o consumidor entender, ele consome. Compare se as páginas mais visitadas seguem a seqüência de conhecimento e consumo que você projetou. Compare estes dados por 3 meses e ao primeiro sinal de desencontro de expectativas, faça uma revisão severa de navegação em seu site.

- Regiões de acesso:

Definição: A informação mais bem clara que pude observar deste tipo de análise é a feita pelo Google Analytics. Nele podemos observar perfeitamente de que cidade, estado ou país os visitantes vieram.
Na prática: Ser observado por regiões diferentes das que você projetou para atender, pode ser uma oportunidade de expansão para novos mercados. Outro ponto é constatar que sua estratégia de mídia teve um resultado efetivo em uma ação de múltiplas regiões.
Em uma campanha de E-mail Marketing a análise de resultados, combinada com os dados de navegação, são fortes aliados na tomada de decisões que podem ser vitais.

Saber quantas pessoas abriu os seus e-mails, quem clicou e principalmente como este movimento impactou no seu site.

O E-mail trás consigo um grande aliado que é o fato da possibilidade de atuar de forma segmentada, o que em outras palavras significa comunicar conteúdos específicos para públicos que são sensíveis a comunicação. Lembrem-se que eles pediram para receber este conteúdo, eles estão um clique de consumir seus produtos.
Cruzem dados, vejam quantas pessoas, que clicaram em suas ações, consumiram de fato. Passe a atuar dentro do comportamento e hábitos de seus clientes.

Amigos, estas análises devem ser compartilhadas mensalmente com seus colaboradores de forma que as movimentações reparatórias possam ser feitas em seu planejamento estratégico. Seja na melhora de alguns aspectos estruturais em seu site ou realinhando sua comunicação via e-mail marketing.

Entenda os números, faça-os trabalhar a seu favor.

Gustavo Pereira“Cego em tiroteio” ou “perdido na selva”? Se você já se sentiu assim ao iniciar um planejamento de marketing online, a resposta pode estar mais perto do que você imagina.

 

Entender um site é mais do que investigar seus 4Ps, 4Cs ou 4Rs. É necessário entender os números por trás deste mistério.
Felizmente, todo o usuário ao navegar por um site deixa um rastro de números e é aí que entramos em nossa missão de arquivologia. Porém não basta apenas colher estes números, é necessário que estes dados sejam traduzidos em um diálogo franco e esclarecedor entre você e seu site.

Quase todo o site tem um sistema próprio de análise de. Aos que não possuem, sugiro utilizar o Google Analytics. Por segurança, prefiro ter sempre o Google Analytics instalado mesmo que meu servidor ofereça um serviço de métricas. Informação e números em dobro não fazem mal a ninguém. Mas não se assustem com o volume de informações que alguns relatórios possam apresentar. Para começar um estudo aceitável, você pode acompanhar apenas 4 elementos. São eles: Impressões, Visitantes únicos, Áreas mais visitadas e Regiões de acesso.
Pronto, agora você tem uma boa massa de informações para começar sua análise. Mas deve estar se perguntando por que analisar estes números.

Abaixo vamos definir e exemplificar estes elementos para nos aproximar mais da realidade prática.

- Impressões (Impressions):
Definição: Contagem do número de páginas impressas (ou vistas). É importante não confundir com Pageviews (ou Número de Acessos) que é a quantidade de vezes que uma página é visualizada em algum navegador, incluindo a visualização de documentos e formulários.
Na prática: É com este número que o seu site ganha uma comprovação efetiva de visitação ao seu produto ou conteúdo. Com ele você pode argumentar, por exemplo, a importância de um anunciante investir em seu site.

- Visitantes únicos (Unique visitors):
Definição: Número de usuários únicos contabilizados pelo seu IP, não levando em consideração a quantidade de vezes que ele retorna a página na mesma navegação.

Na prática: É o número exato de visitantes ou possíveis consumidores que transitam pelo seu site. Este número pode ajudar a entender se o volume de mídia que você está investindo está bem aplicado ou se a campanha obteve sucesso.

- Áreas mais visitadas:
Definição: Como o próprio nome diz é o ranking das áreas mais visitadas, estabelecido pela quantidade de pageviews que cada uma alcança em determinado período de tempo.
Na prática: Talvez este seja o ponto mais importante desta análise. Aqui é onde sabemos se o seu site atende a dois fatores que julgo importante:

1) Apresentação estratégica de conteúdo / produto;

2) Ato intuitivo de consumo.

Se o consumidor entender, ele consome. Compare se as páginas mais visitadas seguem a seqüência de conhecimento e consumo que você projetou. Compare estes dados por 3 meses e ao primeiro sinal de desencontro de expectativas, faça uma revisão severa de navegação em seu site.

- Regiões de acesso:

Definição: A informação mais bem clara que pude observar deste tipo de análise é a feita pelo Google Analytics. Nele podemos observar perfeitamente de que cidade, estado ou país os visitantes vieram.
Na prática: Ser observado por regiões diferentes das que você projetou para atender, pode ser uma oportunidade de expansão para novos mercados. Outro ponto é constatar que sua estratégia de mídia teve um resultado efetivo em uma ação de múltiplas regiões.
Em uma campanha de E-mail Marketing a análise de resultados, combinada com os dados de navegação, são fortes aliados na tomada de decisões que podem ser vitais.

Saber quantas pessoas abriu os seus e-mails, quem clicou e principalmente como este movimento impactou no seu site.

O E-mail trás consigo um grande aliado que é o fato da possibilidade de atuar de forma segmentada, o que em outras palavras significa comunicar conteúdos específicos para públicos que são sensíveis a comunicação. Lembrem-se que eles pediram para receber este conteúdo, eles estão um clique de consumir seus produtos.
Cruzem dados, vejam quantas pessoas, que clicaram em suas ações, consumiram de fato. Passe a atuar dentro do comportamento e hábitos de seus clientes.

Amigos, estas análises devem ser compartilhadas mensalmente com seus colaboradores de forma que as movimentações reparatórias possam ser feitas em seu planejamento estratégico. Seja na melhora de alguns aspectos estruturais em seu site ou realinhando sua comunicação via e-mail marketing.

Entenda os números, faça-os trabalhar a seu favor.

Gustavo Pereira acumula uma enorme bagagem prática: desde 1997, trabalhou em alguns dos sites pioneiros do Brasil, como O Elefante, O Carteiro, Via Global e Central de Desejos. Foi Gerente de Planejamento da Homewebbing, agência especializada em Marketing Digital. Gustavo é especialista em publicidade e planejamento online, campanhas de marketing viral, métricas online, buzz marketing, além de ministrar aulas de Marketing Digital na Pós-graduação de Mídias Digitais do Instituto Infnet. Atualmente é o Gerente da Filial Rio da Dinamize, empresa especializada em softwares de comunicação